• “Movimento para defesa da Boa Hora – um Tribunal com História”
  • Comemorações que irão ter lugar nos próximos dias 14 de Maio e 21 de Maio (duas quintas feiras), pelas 20:30 horas, nos claustros do Tribunal da Boa Hora, numa organização de:

    “Movimento para defesa da Boa Hora – um Tribunal com História”, que integra:

    a AJpC (Associação Juízes pela Cidadania),
    Ordem dos Advogados,
    Sindicato dos Magistrados do Ministério Público,
    Sindicato dos Funcionários Judiciais,
    Associação 25 de Abril,
    Movimento Não Deixem Apagar a Memória, Associação dos Comerciantes da Baixa Pombalina e Sindicato dos Funcionários Judiciais, entre outros.

    Movimento para defesa da Boa Hora - um Tribunal com História

    3 Responses to ““Movimento para defesa da Boa Hora – um Tribunal com História””

    1. Ana Maria Costa diz:

      Porque é que se há-de fazer de tudo o que interessa e tem valor histórico um museu?
      Aprendamos com os espanhóis, preservando, e conservando, mas “vivendo” os edifícios. Seria uma forma de não haver tantos “elefantes brancos”

    2. fernando tavares diz:

      Efectivamente trata-se de um edifício que encerra uma história de gerações, onde, como se sabe, tiveram lugar processos históricos. E, se não estou em erro, em tempos remotos foi um convento. Tive ocasião de visitar as caves, onde jazia um espólio de milhares de documentos arquivados. Pese embora os tempos exijam melhores estruturas, sempre seria de preservar uma área para Museu. É a nossa história que está em causa. A alma de um Estado, não são os Governos, mas as decisões finais desse mesmo Estado. Porque não um historial da Justiça, abrangendo várias épocas, com os seus trajes, os seus utensílios, escritos de teor notável e até figuras de cera, intervenientes naquele espaço em processos famosos.

      • ajpc diz:

        Exmº Sr. Dr. Fernando Tavares

        Obrigado pelas suas palavras. Esperamos que continue a acompanhar o nosso movimento em Defesa do Tribunal da Boa Hora como espaço de memória colectiva. Continuamos a pugnar pela sua perservação como espaço históricos.

        p`la AJpc, Isabel Baptista

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